El caso de Islandia

10 Mar

¿Islandia es todavía un país? La relativa insistencia en el caso islandés, no tengo noticias de que se haya convertido en trending topic en las redes sociales, ha alimentado estos días mi interés. Algo se deberá estar cociendo cuando hace unos días, entre plato y plato, un amigo concluyó la conversación sobre las pillerías varias de nuestro tiempo con la siguiente frase: “Fíjate lo que está pasando en Islandia, basta ya…” ¿Qué basta ya? Quizás mi oído convirtió ese  “basta ya” en un “va a estallar”, no sé, yo había dejado a Islandia y a los islandeses en el momento que pinchó la burbuja inmobiliaria, lo que derivó en un mayor endeudamiento para salvar sus bancos y, en consecuencia, en una tormenta política sobre quién tenía la culpa de poner en riesgo la solvencia de uno de los países más ricos del mundo. Quizás Islandia, pienso ahora, se esfumó del mapa tras aquel volcán de nombre impronunciable que llenó el cielo de cenizas.

En naranja, Islandia/ Foto: luventicus.org

El desapego a las teorías de la conspiración no debería llegar al extremo de no querer ver la realidad, he aquí uno de los dilemas de siempre. Cierto que la rebelión de los islandeses contra sus políticos no ha contado con una cobertura mediática, al menos en España, a la altura de las grandes gestas ciudadanas. Y, en este punto, la comparación resulta fácil: no ha habido una cobertura equiparable a la que se ha ofrecido bajo el epígrafe genérico de revueltas árabes, con notables espantadas como la del egipcio Mubarak. ¿Que Islandia, país de poco más de 300.000 habitantes, no es Egipto? Puede ser… Pero no tengo claro si únicamente se puede establecer esta equiparación desde una perspectiva histórica, ¿o es que no hablamos de la Islandia que hace sólo un par de años era encumbrada como ejemplo de lo que se debía hacer en una economía de mercado?

A lo mejor más que un problema de percepción es un déficit de atención en la lectura. Yo he descubierto hoy que hay un periódico en Aragón (Aragón, España) que sí está siguiendo la protesta: la de los países árabes y la de Islandia… y la de Wisconsin.

Este párrafo:

“Las movilizaciones en Islandia, ésas que se han cargado dos gobiernos, que han exigido el encarcelamiento de los jerifaltes económicos del país, que se han negado a asumir las deudas de los bancos, que han promovido una asamblea popular para redactar una nueva Constitución, que han dado un corte de mangas al FMI y a los mercados, esas movilizaciones no pueden ser presentadas por los medios con simpatía, sino con preocupación. Porque subirían al escenario a un pueblo que, lejos de doblegarse, de asumir deudas ajenas e imposiciones irracionales, ha dicho basta. El efecto de imitación que provocan los medios es brutal. La televisión estuvo en el centro de las revueltas de los países del Este, que comenzaron a imitarse los unos a los otros; lo ha estado en las revueltas del Magreb, con los efectos que estamos advirtiendo. Por eso es preciso silenciar a Islandia, o poner sordina a las diez huelgas generales de Grecia, no vaya a ser que a los europeos nos dé por pensar que, hombre, igual tienen razón los islandeses y ya vale de que nos tomen el pelo. Y empezáramos a reunirnos en las plazas, y a coger cacerolas, y a decirles a los Tanto-monta-Monta-tanto (PP-PSOE-CIU-PNV-PAR-CC) que hasta aquí hemos llegado”.

Contar lo que pasa, la salvación del periodismo.

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8 comentarios to “El caso de Islandia”

  1. Dagmar Marie 11 mayo 2013 a 2:12 #

    QUANTO A HISTÓRIA “ARAGON” É OUTRA:
    Ler a história da Portugal e da Espanha, em livros históricos, portanto confiáveis, esclarece qualquer dúvida sobre a Península Ibérica, e quem realmente a dominou.

    Os árabes tiveram uma grande civilização, na qual estavam incluídos os Mouros, não os muçulmanos!

    Obs.: islamismo é apenas uma Seita que surgiu entre os árabes.

    Atualmente, usando de má-fé, e querendo enganar o mundo inteiro, e se apoderar de tudo de bom e belo que a civilização árabe trouxe para a humanidade (civilização que os muçulmanos destruíram), os trapaceiros muçulmanos alegam que quem dominou a Península Ibérica foram eles, o que não é verdade!!!

    QUEM DOMINOU A PENÍNSULA IBÉRICA POR 8 (OITO) SÉCULOS, FORAM OS MOUROS, QUE ERAM ÁRABES ORTODOXOS, NÃO MUÇULMANOS!!!

    Toda a arquitetura observada nos palacetes, castelos, ruínas, e mesmo nas Mesquitas, tanto em PORTUGAL, como na ESPANHA, é arquitetura MOURISCA.

    Muçulmanos nunca tiveram alguma arquitetura, a não ser acrescentar seus minaretes, em arquiteturas alheias. Apenas se apoderavam e modificavam a arquitetura alheia. Assim como fizeram na Basílica de Santa Sofia (destruida e adaptada ao Islã. por dentro), em Constantinopla, portanto, arquitetura bizantina.

    Por gentileza, não tentem modificar a história.

  2. Dagmar Marie 11 mayo 2013 a 2:06 #

    JAMAIS OS ISLAMITAS VÃO SUBMETER A ISLÂNDIA, TRANSFORMANDO-A EM PAÍS DE PEDÓFILOS, PORQUE:
    NOVA ORDEM MUNDIAL, ficará sob a coligação EURO-ASIÁTICA (Rússia & China), e qualquer esperança que os muçulmanos tinham em dominar o mundo, e impor sua Seita Pedofílica e política, na qual a pedofilia é legalizada por lei do Islã, chamada islamismo, está com os meses contados.
    CHINA já está dominando o mundo inteiro. Na Europa, estão distribuídos conforme o número de habitantes dos países, em que vivem, quase matematicamente: 30% de chineses e coreanos, inclusive na Austrália e Canadá.
    Inteligentes, trabalhadores e disciplinados, é a única nação que têm condições estratégicas, para colocar ordem no planeta Terra.
    E, juntamente com a Rússia, combatem, sem piedade, o Terrorismo islâmico.
    Os chineses já declararam: VOCÊS NÃO PODEM NOS DETER!!! Palavras que demonstram segurança e não mera esperança. E ninguém os deterá, para o bem da humanidade.
    CHINA é o único país que tem míssil invisível ao radar, podendo ser lançado para qualquer país do mundo, em minutos, sem ser interceptado
    .
    Finalizando: O ANTI-CRISTO (vidência), se enquadra, perfeitamente, à uma nação cuja religião oficial é o ateísmo. Assim sendo, os megalomaníacos que sonhavam em ser o “escolhido”, se enganaram, porque nunca lhes passou pela mente que poderia ser uma nação: OS CHINESES

    Obs.: A Nova Ordem Mundial, entrará em vigor, ainda nessa década

  3. Dagmar Marie 11 mayo 2013 a 2:03 #

    AINDA BEM QUE A COLIGAÇÃO EURO-ÁSIATICA (RÚSSIA&CHINA), ESTÃO ALERTAS!!!
    Antes de mais nada, islamismo não é uma religião, mas, uma Seita Pedofílica e política, na qual a pedofilia é legalizada por lei do Islã.

    A realidade: os cristãos ou membros de outras religiões não enviam assassinos para matar no Oriente Médio, porém, os muçulmanos enviam suas facções Terroristas, sob o pretexto que são “Fundamentalistas Islâmicos”, para matar no Ocidente.
    Muçulmanos recolhem dízimos nas Mesquitas, para o Terrorismo, então são cúmplices.

    No Oriente Médio, constantemente, estupram, mutilam e matam cristãos e membros de outras religiões.

    Por que então, temos que os tolerar na Europa e em outros países civilizados, se eles nos odeiam, e somente não nos matam, porque temem as conseqüências?

    Os islamitas seguem, rigorosamente, o que está escrito no CORÃO (escrito pelo pedófilo Maomé, que chamam de Profeta), por esse motivo a PEDOFILIA é legalizada pela lei do ISLÃ.

    Também, nesse livro satânico que chamam de sagrado, o CORÃO, está escrito que todos têm que serem convertidos ao islamismo ou assassinados, de acordo com a tal “Guerra Santa”, que de santa não tem nada.

    Nos noticiários, poderemos saber das atrocidades que praticam nas indefesas aldeias e pequenas cidades da África: estupram suas meninas e jovens, e matam todos os homens, para que não mais procriem: os “Cães Infiéis, ao Maomé” (como chamam todos que não são muçulmanos). Em seguida obrigam suas vítimas a colocar o véu, e as transformam em muçulmanas, contra a vontade delas.

    Depois alegam, decaradamente, que islamismo é a “religião” que mais cresce no mundo.

    Entre outras perversidades: estupros de mais de seiscentas meninas e adolescentes, obviamente virgens, como foi amplamente divulgado na Itália. Na Inglaterra estupraram centenas de meninas, também amplamente divulgado. Assim como em todos os países europeus, onde estão infiltrados, acontece a mesma coisa.

    Ainda, picham todas as Igrejas nos países europeus, que os acolheram, onde podemos observar que apenas as Mesquitas não estão pichadas. Se fosse obra de pichadores, as Mesquitas também estariam.

    Depois reclamam da ISLAMOFOBIA?

    E, viva a ISLAMOFOBIA, que varrerá do mundo, a chaga da humanidade, o islamismo, e suas perversões sexuais: a pedofilia

  4. Dagmar Marie 11 mayo 2013 a 1:59 #

    ISLÂNDIA FAZ PARTE DE PAÍSES CIVILIZADOS, PORTANTO, TEMOS UM EXEMPLO A SEGUIR:
    ANDERS BEHRING BREIVIK, da Noruega não é um assassino, é um idealista, assim como foi Che Guevara e outros, que arriscaram suas vidas e liberdade, em prol da humanidade. E. como o próprio Anders da Noruega declarou: “foi cruel, mas necessário”. Com seu ato, ao eliminar os islamitas e seus simpatizante, ele teve a intenção em alertar o mundo sobre os perigosos muçulmanos, que se infiltram na Europa e em outros países civilizados, sob qualquer pretexto, e na primeira oportunidade fazem terrorismo nos países que os acolheram.

    Alguns exemplos: na França, queimam as propriedades dos ocidentais, sob qualquer pretexto, e contratam desocupados para fazerem o “serviço”, em conjunto, para não serem incriminados. E, onde podemos observar que todas as Igreja estão pichadas, e apenas as Mesquitas não estão. Se fosse obra de pichadores, as Mesquitas também estaria. Na Rússia, mataram dezenas de crianças numa escola, mas ali não puderam negar a autoria. Na Itália, oito islamitas apenas, em poucos meses, estupraram mais de 600 (seiscentas) meninas de 12 a 16 anos de idade, obviamente virgens, o que foi amplamente divulgado. Na Inglaterra incendiaram várias cidades inglesas, somente porque um islamita foi morto pela polícia, e também estupram meninas inglesas. Nos USA todos sabem o que aconteceu, porque foi amplamente divulgado. No Brasil, um brasileiro que matou vários estudantes num colégio, tinha ligações com terroristas islâmicos, inclusive pela Internet.

    Portanto, podemos deduzir que todos os assassinatos nas escolas, no mundo inteiro, mesmo não sendo efetuados por muçulmanos, os atiradores são recrutados por eles.

    Islamismo não é religião, é Seita Pedofílica e política, com suas leis próprias, nas quais a pedofilia é legalizada por lei do Islã. Qualquer muçulmano jovem ou velho, pode casar com meninas de 9 (nove) anos de idade, para suas orgia pedofílicas, e quando morrem nessas orgias, apenas são substituídas por outras vítimas infantis. Alegam que é costume, para justificarem suas perversões sexuais. Os islamitas seguem o exemplo do pedófilo Maomé (Mohamed), que chamam de profeta, e cuja última esposa, a Ayshah, tinha apenas 8 (oito) anos de idade.

    Antes do ato de Anders Behring Breivik, a Nova Ordem dos Templários não era conhecida, agora essa Sociedade Secreta se espalhou pelo mundo inteiro, com milhares de seguidores, que estão aumentando a cada dia. Se era esse o objetivo de Anders, a divulgação, então conseguiu!!! E, a Islamofobia se fortificou pelo mundo civilizado, graças ao corajoso Anders de Noruega.

  5. Dagmar Marie 11 mayo 2013 a 1:56 #

    SOMENTE FALTA ESSA, ENTREGAR ISLÂNDIA PARA ÁRABES, ATUALMENTE, PARA OS PEDÓFILOS MUÇULMANOS!
    A Suprema Corte da Espanha, revogou a lei que proibia o uso de véu e os devidos trajes das muçulmanas, porque recebeu ameaças da IRMANDADE MUÇULMANA!!!

    Assim como, todos os MOVIMENTOS contra os islamitas na Europa, logo são silenciados, porque as Organizações recebem ameaças de morte, pela IRMANDADE, nas quais estão incluídos os familiares.

    É terrorismo oculto, feito através do TELEFONE.

    Obs.: Também, sob ameaça de morte, forçam que se converta ao islamismo.

    Os muçulmanos se impõem na Europa, através de ameaças de morte ou ameaças de incêndios provocados, seja numa residência ou instituição pública, como foi o caso da Suprema Corte da Espanha.

    Exemplo claro: o caso do político holandês, que quer livrar seu país dos islamitas, e tem todos os motivos, e devido a isso, tem que andar com seguranças, usar carro blindado, para não ser assassinado pelos muçulmanos, em seu próprio país!

    Ainda, os islamitas pertencem a uma Seita Pedofílica e política, denominada islamismo, que se intitula religião, sem o ser, na qual a pedofilia é legalizada por lei do Islã.

    Em razão disso, se acham no direito de estuprar nossas crianças, podendo levá-las à morte, por hemorragia interna, e se sobreviverem, ficarão traumatizadas para o resto de suas vidas.

    Uma coisa é certa, eles também tem família, como nós!!!

    Então, vamos aplicar nos muçulmanos, a Lei de Talião:

    ‘OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE’.

    Assim, não poderão mais nos intimidar com ameaças, porque saberão que haverá o troco!!!

    No Oriente Médio, matam, estupram e mutilam cristãos e membros de outras religiões.

    Por que temos que os tolerar na Europa e em outros países civilizados, se eles nos odeiam e matam?

    VAMOS DAR UM BASTA!!! NÃO VAMOS CONTINUAR RECEBENDO ORDENS PARA RETIRÁRAMOS OS CRUCIFIXOS DAS IGREJAS, AS ÁRVORES DE NATAL DAS RUAS E ASSIM POR DIANTE. E AINDA SERMOS AMEAÇADOS DE MORTE, ASSASSINADOS OU DEIXAR NOSSAS MENINAS SEREM ESTUPRADAS PELOS PEDÓFILOS MUÇULMANOS, EM NOSSOS PRÓPRIOS PAÍSES, ONDE OS MUÇULMANOS SÃO INTRUSOS!!!

    E, viva a ISLAMOFOBIA, que varrerá do mundo, a chaga da humanidade: o islamismo e suas perversões sexuais: a pedofilia

    Obs.: os muçulmanos sempre envolvem os judeus nas descriminações, sendo que os judeus nunca foram taxados como assassinos, estupradores ou terroristas. É uma jogada maquiavélica dos islamitas, tentando espalhar o anti-semitismo (Neonazismo) pelo mundo, com intenção de enfraquecer a ISLAMOFOBIA.

  6. Lindsey 17 abril 2013 a 19:54 #

    What’s up, its fastidious paragraph about media print, we all understand media is a enormous source of facts.

  7. visit us 16 marzo 2011 a 23:22 #

    japan is in a crisis right now

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  1. Yo ya no sé qué pensar | here, there and everywhere - 17 marzo 2011

    […] sabido tan poco de los sucesos acaecidos en Islandia desde el año 2008. Yo conocí el caso por el blog de mi hermano, Luis M. Carrasco y hoy he podido leer más en este otro. Tal vez al resto de países de la Unión Europea no les […]

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